Uma estátua do Padroeiro na entrada da cidade
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SÃO JOÃO NEPOMUCENO (IMAGEM EXTRAÍDA DA INTERNET) |
Esta é uma sugestão nossa à
administração pública, inspirada no fato de que o vereador Ruy Rodrigues Barbosa, em recente
reunião da Câmara (21/05), apresentou a indicação nº78/2019, no sentido de que a lei nº
2269, de 21 de outubro de 2003, estabelecendo a instalação de um monumento ao Santo ,em tamanho natural, seja colocada em prática. A diferença é que o vereador sugere
que a estátua seja colocada em uma de nossas praças, e nós propomos a ideia de que
a mesma seja erigida em uma das entradas da cidade.
Algumas informações sobre nosso Santo Padroeiro
De família pobre, São João
Nepomuceno nasceu quando seus pais já estavam em avançada idade. Daí ser “JOÃO”
o seu nome, numa alusão ao nascimento de João Batista que também nascera quando
Santa Isabel já era bastante idosa. Estudou na Universidade de Praga, onde se
formou em Direito Canônico e doutorou-se em Teologia.
Ordenado sacerdote, sua
grande eloquência levou-o à corte, e ali tornou-se capelão e confessor. A
própria rainha e imperatriz Joana tomou-o para diretor espiritual. Pouco se
sabe da realidade dos fatos que culminaram no seu cruel martírio.
Alguns afirmaram que São
João Nepomuceno tornou-se um obstáculo às pretensões do rei, desejoso de
controlar a Igreja. A opinião mais comum, entretanto, é que na impossibilidade
de arrancar-lhe o segredo da confissão concernente à vida de sua esposa, o rei
mandou torturá-lo. Primeiramente queimaram em fogo lento suas partes íntimas.
Como continuasse firme na decisão de manter o segredo da confissão, sem que
ninguém percebesse foi lançado nas águas do rio Moldava.
O corpo de São João
Nepomuceno, entretanto, foi descoberto e recebeu digna sepultura na Igreja
de Santa Cruz. Em seu túmulo foi grafado este epitáfio : “Aqui jaz o venerabilíssimo João Nepomuceno, doutor, cônego desta igreja e confessor da
rainha, ilustre pelos seus milagres, o qual, por ter guardado o sigilo
sacramental foi cruelmente torturado e lançado de cima da ponte de Praga, no
rio Moldava, por ordem de Venceslau IV, no ano de 1383”.
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